orkut
Twitter
Flickr
A penny for my thoughts
Adote um Gatinho
Ao Mirante, Nelson!
Até aqui tudo bem
Autor Desconhecido
Beijomeliga!
Bico de Pena
Casa da Gabi
Cocadaboa
Como faz?
Devaneios S/A
É bom pra quem gosta
Gatoca
I misbehave
Imprensa Marrom
Lide Temerária
Lixomania
Mão Feita
Masili
Pergunte ao Pixel
Reinaldo Azevedo
Revista Errata
Rosa e Maquiada
Rosa e Radical
Scarlet Letters
Surtei
Technicolor Kitchen
Tudo Palhaço
Uma dama não comenta
Vende na farmácia?
Vida Besta
Vida de recém-casada
Vivo Andando
Woman of Affairs
Xianey








Segunda-feira, Julho 13, 2009
Eu não gosto de deixar o blog abandonado, de jeito nenhum. Mas a vida tá corrida demais. Aliás, nem tô vivendo no momento; tô sendo arrastada. Quando eu penso em parar pra contemplar o presente, puf, já é amanhã.

Enfim. Fui para a roça natal, vi meus pais, conversamos pouco, e nem deu pra matar a saudades antes de ter que voltar. Meu avô continua mal. A roça continua quente. Minha casa continua a mesma, com minhas quinquilharias de adolescente, e as lembranças que eu faço tanta força para esquecer. Mas o amado estava comigo, me fazendo rir, me dando bronca, penteando meu cabelo com os dedos. Aliás, foram os únicos momentos em que parei - quando ele me penteava os cabelos.

De volta à roça (a de morada atual), trabalho. Chefinho saiu de férias, me deixando só e indefesa contra o diretor arrentino. Que já fez questão de destruir meu feriado na quarta. "Segunda tenemos mucho trabalho, si?". Que merda. Dava tudo por um atestado médico de uma doença terminal.

E eu aqui. Já com saudades dos meus amados, com dois gatinhos enrolados nos pés, descongelando o jantar de amanhã. Pensando em como irei pro trabalho, já que estou sem carona e sem um puto pra pegar ônibus (creiam, eu faço isso de andar sem na-da na carteira voluntariamente). E precisando de uma boa desculpa pra agendar uma entrevista em SP até quarta (idéias, alguém?).

E enquanto as coisas seguem assim, deixo um vídeo de uma das minhas músicas preferidas da Melody Gardot. Conheci a cantora recentemente, indicação do amado (ah, o amado e as suas indicações... amo!), e essa música me soa como a forma mais elegante de se sofrer, sabe? Eu, enquanto pessoa mundana e desclassificada, sofro sem glamour. Mas com uma excelente trilha sonora.